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Portugueses aumentam procura por cremação

 

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Nacional de Empresas Lutuosas, Nuno Monteiro, disse que “no decorrer de 2012 e 2013 haverá, pelo menos, mais uns quatro ou cinco fornos crematórios disponíveis”.

Atualmente 14 crematórios funcionam em Portugal Continental, sendo o de Elvas o mais afastado do litoral. Há também um na Madeira e outro nos Açores.

Segundo Nuno Monteiro, em Portugal, em 2010, houve cerca de 110 mil óbitos, sendo que “a taxa de cremação nacional rondou os seis por cento”. O crescimento do número de cremações está acelerado e, próximo ao final de 2011, alcançou oito por cento. “Só em Lisboa, 68 por cento dos funerais são para cremação”, disse, explicando que, no entanto, há cremações relativas a óbitos ocorridos fora desta região.

A explicação para esta alteração de hábitos dos portugueses, “inclusive dos católicos praticantes”, prende-se, na opinião de Nuno Monteiro, à mudança de mentalidades e também com questões monetárias.

O valor médio nacional de um enterro é de 1500 euros, o mesmo do das cremações, com a diferença de que, no primeiro, é necessária a compra do terreno no cemitério. Ou então, no caso de sepulturas temporárias, poucos anos depois tem “de se fazer a exumação e optar pela cremação ou pela colocação dos restos mortais em jazigos ou ossários, uma despesa que poderá ficar entre os 500 e os 1500 euros. Por outro lado, as famílias hoje não têm “disponibilidade de tempo” para continuar a cumprir rituais como colocar flores nas campas, acrescentou.

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