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Cremação é solução à falta de espaço para funerais

 

Em artigo escrito por Roger Godwin, para o Jornal de Angola, no último dia 23, a cremação surge como solução para sérios problemas gerados pelo desenvolvimento urbano das cidades sul-africanas.

“Aos poucos, o crescimento urbano vai ocupando espaços públicos que fazem fronteira com cemitérios, chegando mesmo a haver casos de construções habitacionais em lugares previamente destinados ao repouso eterno. Só na cidade de Joanesburgo acabaram de ser disponibilizados 360 hectares de terra para a edificação de complexos habitacionais mas que, anteriormente, eram destinados a novos cemitérios.”, diz um trecho do artigo.

Roger Godwin afirma, ainda que o fato dos vivos tirarem o lugar que estava destinado aos mortos pode ser explicado pela tradição sul-africana não se adequar àquilo que foi a solução encontrada por outros países para fazer face a este mesmo problema: a cremação.

”Na África do Sul apenas cerca de oito por cento dos mortos são cremados, contra uma imensa e esmagadora maioria que acabam por ser sepultados em jazigos individuais, na maioria das vezes adquiridos em vida e pagos em suaves prestações mensais. Cada funeral destes custa entre 650 e mil dólares, sem contar com o preço das pedras que ornamentam a sepultura.”, descreve.

E continua defendendo que: “Países com iguais problemas de crescimento populacional, como a China, resolveram o problema aplicando programas de promoção da cremação como método mais econômico de fazer funerais. Atualmente, metade dos chineses que morrem são cremados, contra 75 por cento no Reino Unido e o recorde de 95 por cento no Japão.”

Repercussão do artigo de Roger Godwin para o Jornal de Angola
Fonte: Jornal de Angola OnLine
Foto: Cidade de Luana, Capital de Angola, do site www.africanidade.com

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