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Cinzas da cremação viram diamantes

Por meio de uma máquina especial, uma empresa suiça está transformando cinzas da cremação em diamantes. Diamantes de meio quilate custam a partir de 3.500 euros. Já as peças de um quilate podem sair por até 10 mil euros. Porém o preço pode subir caso as pedras sejam trabalhadas em jóias de ouro ou prata.

O que parece ficção científica já ocorre na realidade através dos serviços oferecidos pela Algordanza, uma empresa sediada em Chur, cidade localizada na parte leste da Suíça. Seus fundadores são dois jovens empresários, Rinaldo Willy e Veit Brimer, com respectivamente 26 e 40 anos.

O processo só é possível porque nós, seres humanos, temos, em nossa composição química, uma percentagem de carbono. A tecnologia da máquina consegue acelerar as etapas que na natureza demorariam milhões de anos.

Nos laboratórios da empresa compressores especiais do tamanho de pequenas geladeiras utilizam a pressão de 50 mil bar e o calor de 1.200 graus centígrados para comprimir as cinzas de uma pessoa. Dessa forma a estrutura molecular do carbono é modificada e ele se transforma em diamante. De acordo com os donos da empresa, dependendo do tamanho da pedra e das características das cinzas, o processo pode durar entre cinco e doze semanas.

Outras empresas também fazem o mesmo processo, mas acrescentam carbono na fabricação. É o caso da americana Life-Gem. De qualquer forma, cada produto final tem uma cor diferente, que varia entre o azul claro até o azul escuro.

“Isso se deve ao elemento químico Boro, que é ingerido pelo ser humano durante a sua vida. Assim cada diamante acaba tendo uma cor diferente, num tom único de azul. Por isso dizemos que não existe uma pedra igual à outra, assim como também não existe uma pessoa igual à outra”, finaliza o empresário.

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